NOS BASTIDORES DO PODER: Pazolini e Guerino Zanon podem selar aliança histórica rumo ao Governo do ES — primeira análise exclusiva
📰 NOS BASTIDORES DO PODER
Por Repórter do Povo
Aqui no Repórter do Povo, iniciamos hoje a primeira análise sobre um movimento que pode mexer profundamente com o cenário político capixaba: a possível composição entre o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, como candidato ao Governo do Estado, tendo como vice o ex-prefeito de Linhares, Guerino Zanon.
Reforço: tratamos aqui de uma análise no campo da hipótese, avaliando cenários políticos possíveis.
🔎 A construção da chapa
Nos bastidores, o desenho que ganha mais força, dentro dessa hipótese, é claro:
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Pazolini como cabeça de chapa ao Governo do Estado
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Guerino Zanon como candidato a vice-governador
Essa composição faria sentido estratégico sob o ponto de vista territorial e político.
Pazolini tem forte projeção na Grande Vitória, especialmente na capital. Já Guerino construiu sua trajetória política no Norte do Estado, com influência consolidada em Linhares e municípios vizinhos.
📊 Pontos fortes da possível aliança
✅ Complementaridade regional
Capital + Norte do Estado é uma equação eleitoral poderosa. A soma desses dois polos pode ampliar o alcance da chapa.
✅ Experiência administrativa
Pazolini traz a vitrine da gestão da capital.
Guerino agrega experiência acumulada de mandatos e articulação no interior.
✅ Capilaridade política
Uma união nesse formato poderia ampliar alianças partidárias e fortalecer a construção de palanques regionais.
⚖️ Pontos de atenção
Mesmo sendo um cenário estratégico, há desafios naturais:
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Alinhamento de discurso estadual
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Construção de unidade interna real
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Reação de outros grupos políticos que também se movimentam para 2026
Uma chapa majoritária precisa ultrapassar suas bases originais e dialogar com todo o Espírito Santo.
🧠 Minha leitura política
Se esse desenho se confirmar — Pazolini ao Governo e Guerino como vice — estaremos diante de uma composição que une capital e interior de forma direta e objetiva.
No campo da hipótese, é uma aliança viável e competitiva.
Mas eleição estadual se constrói com narrativa, alianças amplas e timing político.
E como sempre digo aqui no Repórter do Povo:
política se decide no voto, mas começa nos bastidores.


