Marcos Garcia troca de partido e movimenta disputa por vagas na Assembleia Legislativa
Por: Lucas Andrade
O cenário político no Espírito Santo ganhou novos contornos nesta semana com a filiação do ex-deputado estadual Marcos Garcia ao partido Republicanos. A entrada do ex-parlamentar na sigla, presidida no Estado por Erick Musso, ocorreu nesta quarta-feira (11) e já provoca impactos nas articulações eleitorais para as próximas eleições.
Antes de definir seu novo destino partidário, Garcia vinha mantendo conversas com diversas legendas. Entre as possibilidades avaliadas estava o PSDB, partido ligado ao prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo. No entanto, o ex-deputado optou pelo Republicanos com o objetivo de disputar novamente uma vaga na Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales).
Reconhecido como uma liderança política na região de Linhares, Marcos Garcia entra em uma disputa que já conta com diversos nomes cogitados para concorrer ao Legislativo estadual. Entre eles estão o vice-prefeito de Linhares, Franco Fiorot (União Brasil), o presidente da Câmara Municipal, Roninho Passos (Podemos), e o vereador Professor Antônio Cesar (União Brasil), todos com ligação direta com a atual gestão municipal.
Outro nome que circula no cenário eleitoral é o do ex-prefeito Bruno Marianelli, atualmente filiado ao Republicanos. O próprio ex-gestor já confirmou que pretende disputar as próximas eleições, embora ainda não tenha revelado qual cargo pretende buscar. Com a chegada de Marcos Garcia ao partido, a possibilidade de Marianelli disputar uma vaga de deputado estadual pela sigla pode ser revista, abrindo espaço para outras estratégias, como uma candidatura federal ou até uma eventual mudança partidária.
Além desses nomes, o ambiente político também acompanha as movimentações do ex-prefeito Guerino Zanon (PSD), que vem sendo lembrado tanto para disputar vagas legislativas quanto para cargos majoritários, incluindo uma possível candidatura ao governo do Estado.
O quadro eleitoral segue indefinido e deve continuar passando por mudanças nos próximos meses, à medida que lideranças políticas definem alianças e estratégias para a disputa de 2026.


